Cerveja da Tarde

Do jeitinho que o Diabo GOSTA!

1 Julho, 2008 · 5 Comentários

Esta é uma história baseada em fatos reais, narrada por mim e meu amigo Marinho.

Destaco que os nomes utilizados são fictícios.

Ainda me recordo cursando o maternal, uma criança inocente como todas as outras. O recreio era sempre uma festa, encontrava os coleguinhas das outras salas e fazia amizades rapidamente. Era tudo colorido, longe de preocupações, porém mesmo assim eu preferia ficar em casa assistindo “Buddy, O Cão Amigo”, “A Lagoa Azul”, “Convenção Das Bruxas” e etc… Típicos filmes das sessões da tarde, obviamente sem esquecer do Chaves, o qual calcou minha infância com muita alegria e foi um pilar que sustentou meu crescimento.

Na escola, um belo dia fui apresentado para a Beth, uma menina de pouca beleza, mas que naquela época, nada relacionado a questões sexuais importava de fato, afinal de contas eu era apenas uma criança. Beth era bastante extrovertida, e como muitos outros alunos, pregava a palavra de Deus desde pequenina. Estudávamos em uma escola Batista, e os pais seguidores da religião preocupavam-se que os filhos trilhassem os caminhos religiosos desde cedo.

Quando mudei para o período da manhã, perdi totalmente o contato com Beth, a qual simplesmente tornou-se uma figura esquecida. Mas no ano seguinte, no auge da minha quinta série, lá estava ela, com a mesma beleza limitadíssima de outrora, e mais extrovertida do que nunca. Uma de nossas aulas semanais, era uma assembléia que reunia todos os alunos do mesmo ano para cantar músicas com a palavra de Deus, Beth se prontificava a ir frente ao palco acompanhada de outras meninas, e esboçavam passos de dança para entreter a molecadinha. Obviamente Beth chamava atenção por sua alegria excessiva, porém só, ela era visivelmente inferior as meninas no quesito qualidade física. Como naquele tempo nós meninos ainda não consumíamos álcool, era complicado encarar a moça naquela fase de descoberta.

Na sexta série, em 1998, fui pego de surpresa quando a bethinha e mais 2 amigas começaram a reparar na minha bunda, e “falavam pelos cotovelos” a meu respeito. Eram 2 meninas do “nível Bethinha”, até piores. Beth se destacava por conta de seu comportamento desinibido e extrovertido (percebam o quanto ela é EXTROVERTIDA, tudo será explicado). Numa festinha da escola, estava meio desesperado e QUASE beijei a menina Beth, mal sabia eu do que estava me safando.

O tempo foi passando, a adolescência finalmente chegou, e Beth beijava garotos e mais garotos, num ritmo pouco mais acelerado que as outras meninas, e foi quando descobri que meu professor Otávio era o pai da moça. O professor era um homem muito religioso e eu me perguntava se ele fazia idéia de quão rápido sua filha desenvolvia suas experiências pré-adolescentes.

Já no colegial veio a BOMBA! Seu pai fazia a gorota submeter-se a exames para checar se o “lacre” estava em ordem, e enquanto as outras meninas custavam a perder suas respectivas virgindades, Beth se enroscou com um rapaz e queimou largada de primeira, transou pelo bumbum para não perder a pureza, a sagrada pureza, mantida mesmo ao cair em tentação pelo pecado da carne. Tudo não passava de rumores, porém eu não tinha motivo algum para duvidar do que ouvira da “rádio pião” do colégio. Percebi que ela não agüentava muito aquela vida certinha de uma família religiosa, ela tendia a ser a BLACK SHEEP, fato.

Os rapazes mais velhos, cada vez mais a procuravam, e eu não compreendia o que estavam em busca, Beth era muito fraca, talvez por isso passou a submeter-se a tanto, como dizia meu velho pai: “MULHER FÁCIL É PUTA OU FEIA”. Posteriormente consegui ligar a fama da moça com o ditado. A moça era puta de grátis e feia, ou seja, ambos. Isso consequentemente potencializava o grau de facilidade em pegar a moça.

Durante a fase subseqüente, em algum momento, o pai religioso de Beth a pegou durante algum de seus atos debaixo da árvore em frente a sua residência, e constantemente, a menina passou a chegar no colégio pela manhã aos prantos, com marcas roxas pelo corpo, provocadas pelas cintadas, chineladas, palmadas, e mais uma gama de “adas” que seu pai acreditou que seriam um método para “tirar o diabo do corpo” da jovem garota. Como você, leitor, deve imaginar, de nada adiantou. Os castigos do pai só fizeram com que a revolta da Beth aumentasse, e não mais preocupada com seu hímen, que acabou violado por algum dos meninos mais velhos que dela se aproveitaram, Beth passou a viver loucamente todo o esplendor que a vida sexual pode proporcionar a uma garota de 16, 17 anos.

Pouco antes da consolidação final de sua vida escolar, Beth foi para Porto Seguro. Sabe aquelas meninas que transam até com os dançarinos de Axé? Então, Beth foi uma delas.

Percebendo seu tino para os “negócios” bem como a personalidade EXTROVERTIDA, os monitores da empresa que organizou a viagem do nosso colégio, chamaram Beth para “trabalhar” lá, o que consistia em fazer panfletagem na porta de outras escolas, e nas horas vagas (que eram muitas) Beth tinha o duro dever de molestar agraciar sexualmente seus colegas de trabalho.

Tudo bem, foi só uma fase. Assim esperava seu pai, o saudoso professor Otário Otávio.

Beth entrou na faculdade. E ai, fodeu. Logo no dia do trote, o alvo dessa biografia se desprendeu e destacou-se naturalmente de suas companheiras bixetes, consumando o ato sexual com dois de seus algozes veteranos. Algozes e corajosos, diga-se de passagem, pois a beleza de Beth não havia melhorado com o passar dos anos, na verdade neste momento ela já se assemelhava grandemente com um rolo de fumo, ou talvez com aqueles botijões de cozinha industrial, com as ancas de uma amplitude que já se media somente por engenheiros especializados.

A menina teve a infelicidade (ou talvez felicidade, dependendo do ponto de vista) de ter transado logo de primeira com caras que conheciam uma boa parte dos estudantes da sua faculdade de jornalismo, e por isso sua fama se espalhou.

Até o ponto em que sabemos, Beth ainda foi até os finalmentes com aproximadamente 30 indivíduos integrantes do mesmo grupo acadêmico, e sua alegada alergia à camisinha fez com que ela se tornasse um “poço” de doenças venéreas, contendo E vencendo todas. Até mesmo a AIDS. Na verdade, descobriram que sua cavidade vaginal possui uma característica diferente das outras, talvez indicada pela lei da evolução de Darwin como um avanço, que consistia na vulva totalmente blindada e revestida com uma camada fina de um material ainda pesquisado pela Ciência. O que não se descobriu é se ela nasceu com isso, ou se foi desenvolvido com o tempo e com o uso constante daquela parte de seu corpo.

Outro estudo também é feito a respeito da garota, só que dessa vez com uma visão sócio-econômica, com o objetivo de definir se a queda brusca na prostituição na cidade de São Paulo (desde que a menina entrou na vida sexual) tem mesmo a ver com o fato de Beth gostar tanto da “coisa”, que acabou “roubando” a clientela de quem está usando o corpo para ganhar dinheiro.

Beth é gente que faz, o que mais chama atenção nessa ilustre pessoa é a sua coragem em assumir suas vontades, e o amor que proporciona ao pênis alheio. É uma garota que generaliza, isso por que não tem qualquer seleção, filtro zero. Ela faz acontecer, ela levanta qualquer ego masculino, basta mijar de pé e terás uma foda garantida. Sua missão na Terra é recolher as “sementes de saco”, e semear a alegria dos homens indiscriminadamente.

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5 respostas Até agora ↓

  • Magá // 1 Julho, 2008 às 12:09 pm

    Caralho… que foi… ela nao quis dar pra voces? (seja la quem for) hauhauhauh

    mas que ta hilario isso ta…

    abrass

  • MIAGUI // 1 Julho, 2008 às 2:17 pm

    opa..eu axo q ja conhecia essa historia!
    hauhauhauh
    abrasss

  • Lenci Del Marco // 1 Julho, 2008 às 4:41 pm

    Pessoal,

    A história é BASEADA em fatos reais, ou seja, tem como base fatos reais, o que não impede de acrescentarmos algumas informações de nosso própria criatividade.

    Peço que compreendam a arte bem como nossa imaginação empregada no post.

    QUALQUER SEMELHANÇA É MERA COINCIDÊNCIA.

  • Ana Matozo // 1 Julho, 2008 às 7:14 pm

    Pára… que nojo!

    Recolher as “sementes de saco”…. kkkkk

    muuuuuuuuito boa

  • julia // 7 Julho, 2008 às 5:14 pm

    Sensacional!!!

    Pra mim o melhor foi a última frase…”sementes do saco”…hahahaha

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